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O Submarino
Sim, havia algo de tão inquietante naquela face que tomaria, se é que o faria, não estou bem certo cá comigo de que o faria de bom-grado, que parecia que toda a História das Lutas e ds Guerras estavam ali, naqueles olhos míopes, mas não era isso, o caso é aquele submarino, era sim, algo sub-reptício, havia insidiosidade naquele vulcão de poder, mas era um rosto, um rosto de um condenado, ssim, como qualquer um que se mova contra o que entenderia de ¨si mesmo¨, toda essa ficçõ eloqüente, pois só há mortos, vi qundo seus lábios se contorceram e quela espuma espessa, mas o submarino, sim, pois do submarino à caverna era somente uma questão ético-geográfica, além de étnica, claro, senhores, meu Comandante partiu, o Navio, a Nave encontra-se toda em apuros, mas passemos, seu rosto exprimia uma gargalhada roufenha, mas eu deveria estr muito impressionado com sua morte prematura, sim, aferro-me a essa ficção ideológica para que não sucumba como mendigo de mim mesmo implorando pela Sentença, mas havia o Poder, o Submarino, ser´que estaria rindo-se? Foram tantos anos, estou estupefato, olho para o patíbulo e vejo só olhos, olhos em todas as direções, pois que tudo que eu chamaria de carnificina estaria contido naquele ódio, e o Submarino, é patético e até reles se dizer louco, mesmo com a esquizofrenia da crueldade, o Submarino era seu comando, não havia Comandante e eu estava só, só, era um vulcão, talvez não fosse nada disso, mas sai correndo, correndo, estava na cama ou na praia deserta, essa situação de desterro era uma Magia, te criei mas não me percebi na decrepitude de sua Majestade sem Comandante, e o Submarino, sim, havi o Medo, sucedâneo do Submarino, mas só em palavras, em palavras, louvo-lhe. Sempre assim.
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