Eu, em novembro de 2008.

Eu, em novembro de 2008.
COMO SONHAR NUM MUNDO EM QUE O MITO SE CONVERTEU NA DETERIORAÇÃO DO IDEAL?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Acreditar, olhar, conhecer

Em que ou em quem acreditar; conferir crédito, depositar certo crédito; parece-me semanticamente que se trata de uma confusão lexical no situar em algo uma dívida, digamos, ou um depósito no que quiça se entenda por uma imago, uma idéia, uma análise e preponderantemente a fala. Participo com meus olhos, com minha mímica facial, com o timbre de minha voz... um teor que se pretende pleno de significantes. O golpe de vista não seria talvez um mito nem uma certeza; transitaria entre os dois, mesmo em obsessóes e em psicoses. Quando observo um maneirismo leio algo, quiça um tique, uma angústia, quiça mesmo uma vagabundagem. Posso ler o tique como um sintoma, médico ou semiótico, se forçar uma barra. Os olhares que permeiam céleres parecem uma configuração de um desatino ou muito diferente, de uma perversidade. Explico-me (continuo depois)

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